segunda-feira, 15 de outubro de 2012

Por que um piano precisa ser reformado


As razões básicas para que seu piano precise de um restauro ou reforma de piano referem-se a vários fatores importantes, os principais são o uso, idade e fatores ambientais. Geralmente, a extensão da reforma que um piano pode precisar está diretamente relacionado aos itens supra citados que influenciam e afetam seu piano quanto á seu funcionamento mecânico, aparência, sonoridade e estados geral. É importante frisar que na maioria dos casos, o quanto antes os reparos ou reformas forem executados, menores serão os danos e custos.

Os pianos, principalmente os antigos fabricados entre a primeira e segunda guerra mundial, eram construídos com um altíssimo padrão de qualidade e durabilidade, feitos para durar muitos anos e serem capazes de manter seu funcionamento e qualidade por gerações, porem nada dura para sempre, mesmo os melhores instrumentos devem passar por reformas e manutenções periódicas, mesmo que o piano praticamente não seja usado. Com o passar do tempo é natural que certas partes sofram desgastes, corrosões, oxidações fazendo com que o piano não funcione perfeitamente como seria esperado. Geralmente as cordas se oxidam, os feltros desgastam ou ressecam, o verniz se deteriora, a finação não se mantem pelo tempo desejado e certas partes do mecanismo deixam de responder com a agilidade e precisão original.


Outro fator que é a causa da deterioração de inúmeros pianos é o fator climático, por mais incrível que pareça, alterações bruscas e frequentes de temperatura e umidade podem danificar um piano de forma severa. Um piano que fica em locais com aquecimento ou resfriamento não naturais e constantes como ambientes que contem com ar condicionado ou calefação podem sofrer danos estruturais em um curto espaço de tempo, como por exemplo em uma loja, igreja ou casa de show aonde o resfriamento ou aquecimento é limitado a apenas quando o local é utilizado irá sofrer uma sequencia ininterrupta de mudanças bruscas de temperatura e níveis de umidade.
O nível de umidade e sua flutuação tem relação direta com danos à estrutura do piano como a tábua harmônica e cepo. Sempre levar em consideração que os pianos localizados em climas com alterações bruscas e extremas pode exigir trabalho de restauração mais cedo do que outros localizados em um clima onde a umidade permanece mais estável.
 
Por isso ,atenção à saúde do seu piano e precisando  de um profissional fale com Raphael Bahiense –Afinador de Pianos


sábado, 13 de outubro de 2012

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Musicoterapia:remédio tanto para o corpo quanto para a alma

A musicoterapia é uma forma de tratamento que utiliza a música para ajudar no tratamento de problemas, tanto de ordem física quanto de ordem emocional ou mental.
A musicoterapia como disciplina teve início no século 20, após as duas guerras mundiais, quando músicos amadores e profissionais passaram a tocar nos hospitais de vários paises da Europa e Estados Unidos, para os soldados veteranos. Logo os médicos e enfermeiros puderam notar melhoras no bem-estar dos pacientes.
De lá para cá, a música vem sendo cada vez mais incorporada às práticas alternativas e terapêuticas. Em 1972, foi criado o primeiro curso de graduação no Conservatório Brasileiro de Música, do Rio de Janeiro. Hoje, no mundo, existem mais de 127 cursos, que vão da graduação ao doutorado.
O musicoterapeuta pode utilizar apenas um som, recorrer a apenas um ritmo, escolher uma música conhecida e até mesmo fazer com que o paciente a crie sua própria música. Tudo depende da disponibilidade e da vontade do paciente e dos objetivos do musicoterapeuta. A música ajuda porque é um elemento com que todo mundo tem contato. Através dos tempos, cada um de nós já teve, e ainda tem, a música em sua vida.
A música trabalha os hemisférios cerebrais, promovendo o equilíbrio entre o pensar e o sentir, resgatando a "afinação" do indivíduo, de maneira coerente com seu diapasão interno. A melodia trabalha o emocional, a harmonia, o racional e a inteligência. A força organizadora do ritmo provoca respostas motoras, que, através da pulsação dá suporte para a improvisação de movimentos, para a expressão corporal.
O profissional é preparado para atuar na área terapêutica, tendo a música como matéria-prima de seu trabalho. São oferecidos ao aluno conhecimentos musicais específicos, voltados para a aplicação terapêutica, e conhecimentos de áreas da saúde e das ciências humanas. São oferecidas também vivências na área de sensibilização, em relação aos efeitos do som e da música no próprio corpo.

Sendo inerente ao ser humano, a música é capaz de estimular e despertar emoções, reações, sensações e sentimentos.Qualquer pessoa é susceptível de ser tratada com musicoterapia. Ela tanto pode ajudar crianças com deficiência mental, quanto pacientes com problemas motores, aqueles que tenham tido derrame, os portadores de doenças mentais, como o psicótico, ou ainda pessoas com depressão, estressadas ou tensas. Tem servido também para cuidar de aidéticos e indivíduos com câncer. Não há restrição de idade: desde bebês com menos de um ano até pessoas bem idosas, todos podem ser beneficiados.
Particularmente são indicados no autismo e na esquizofrenia, onde a musicoterapia pode ser a primeira técnica de aproximação. A musicoterapia é aplicável ainda em outras situações clínicas, pois atua fundamentalmente como técnica psicológica, ou seja, reside na modificação dos problemas emocionais, atitudes, energia dinâmica psíquica, que será o esforço para modificar qualquer patologia física ou psíquica. Pode ser também coadjuvante de outras técnicas terapêuticas, abrindo canais de comunicação para que estas possam atuar eficazmente.
Músicas com ritmo muito marcante, não servem para o relaxamento, como por exemplo, o rock. O ritmo do rock é constante, ao passo que no relaxamento, a tendência é diminuir o pulso e o ritmo da respiração.
Cada ritmo musical produz um trabalho e um resultado diferente no corpo. Assim há músicas que provocam nostalgia, outras alegria, outras, tristeza, outras melancolia, etc.
Alguns tipos de música podem servir de guia para as necessidades de cada pessoa. Bach, por exemplo, pode ajudar muito no aprendizado e na memória, Rossini, com Guilherme Tell e Wagner, com as Walkirias, ajudam especialmente no tratamento de pacientes com depressão. As valsas de Strauss podem contribuir e muito, para os momentos em que se necessita um maior relaxamento, estando bem indicadas para salas de parto. As marchas são um tipo de música que transmite energia, tão importante e escassa em áreas hospitalares de pacientes em convalescença.
Um bom exemplo disso tem sido o uso da musicoterapia, no auxílio do tratamento da doença de Alzheimer. Doença de caráter progressivo e degenerativo tem, entre seus primeiros sinais, o esquecimento, a dificuldade de estabelecer diálogos, as mudanças de atitude e a diminuição da concentração e da atenção. A musicoterapia ajuda a estimular a memória, a atenção e a concentração, o contato com a realidade e o esforço da identidade. Trabalha-se ainda a estimulação sensorial, a auto-estima e a expressão dos sentimentos e emoções.
A melhor ajuda que o tratamento dos pacientes, utilizando a música, pode proporcionar, é que ela, como terapia, torna os obstáculos da doença mais amenos e mais fáceis de serem ultrapassados.
Fonte:http://boasaude.uol.com.br/lib/ShowDoc.cfm?LibDocID=5042&ReturnCatID=763



quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Benefícios da música para bebês prematuros

Os benefícios da música para os prematuros



     Cada vez mais as UTI's Neonatais têm utilizado a música para melhorar o estado comportamental e de saúde dos bebês prematuros, ou para minimizar a dor durante procedimentos dolorosos. Os benefícios são pais e bebês mais calmos, maior chance de estabilização da condição de saúde do bebê, ganho de peso mais rápido e menor tempo de internação.
     Num artigo de revisão, Dr. Manoj Kumar, da Universidade de Alberta (Canadá), e seus colaboradores, concluíram que ouvir música foi benéfico para bebês prematuros submetidos à procedimentos dolorosos, como uma punção no calcanhar, por exemplo. Esses benefícios seriam relacionados a melhora na alimentação, de parâmetros psicológicos e estados comportamentais e redução da dor. A pesquisa, publicada no Archives of Disease in Childhood foi feita analisando-se batimentos cardíacos, níveis de oxigenação e de dor nos bebês.
     A maioria dos estudos publicados até hoje utilizou como ferramenta cantigas, música instrumental ou canto no estilo de capela (sem instrumentos), com ou sem adição de sons, como os intrauterinos ou de batimentos cardíacos. Foi possível observar, até o momento, efeitos favoráveis na regulação da respiração, pulso e saturação dos bebês, também na redução da atividade motora e estado de excitação após procedimentos invasivos. Porém, os pesquisadores concordam que a música não deve ser tocada o tempo todo, para evitar sobrecarga sensória para os bebês.
     Apesar disso, a maioria dos ensaios clínicos publicados até hoje são de baixa qualidade metodológica. Mais ensaios randomizados e controlados são necessários para confirmar e elucidar os benefícios da música para os neonatos, antes que qualquer recomendação específica para o uso da música na população neonatal seja feita.


Fonte: Psychcentral.com (por Jane Collingwood)

terça-feira, 20 de setembro de 2011

Orquestra Saiba o que é, orquestra sinfônica e filarmônica







Definição

Uma orquestra é um grupo musical típico da música clássica. Uma orquestra de pequena dimensão é chamada de orquestra de câmara. Já uma orquestra de grande dimensão é conhecida como orquestra sinfônica ou orquestra filarmônica.

A diferença entre estes dois tipos de orquestra é que a filarmônica é fundada pelos integrantes que a compõem, enquanto na sinfônica os integrantes são recrutados através de concurso público.

A origem da palavra orquestra vem do teatro da Grécia Antiga, sendo que este termo indicava a área compreendida ao espaço dedicado ao público (usado pelos dançarinos e instrumentistas) e o palco cênico.

Uma orquestra sinfônica ou filarmônica é formada normalmente por 50 a 100 instrumentistas. A orquestra de câmara costuma ter até 40 integrantes.

As óperas também costumam ser acompanhadas por uma orquestra.